Um diário de viagens. De bordo. Um emaranhado de emoções e memórias. Retalhos rotos, porém bonitos, descoloridos e colorados, mofados, mas cheirosos, opacos e brilhantes... E todos juntos, costurados, retalhos que formam uma colcha infinita de lindas e angustiantes contradições. Entre mundos de fora e mundos de dentro. De antes, de agora, de depois...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
para a querida flor
querida flor... essa grande árvore é um baobá. é a árvore mãe de todas as árvores... e de todas flores, então essa é outra mãe sua... dizem que quando os africanos vieram escravizados para o brasil, dizem que os feiticeiros contratados pelos colonizadores traziam os baobás das áfricas para enfeitiçar os escravos para que esses não se lembrassem nunca de sua terra e não se rebelassem contra os brancos...
sete voltas para a esquerda... sete voltas para a direita...
flor, é preciso libertar o mundo filha, é preciso nos libertar... não esquece disso....
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